sábado, 30 de janeiro de 2010

I N V E S T I M E N T O S . . .

ÁREA TRIBUTÁRIA
-CRÉDITO DE ICMS COM DCA.
-CRÉDITO DE ICMS PARA PRODUTOR RURAL.
-IMPORTAÇÃO COM REDUÇÃO DO ICMS.
-UTILIZAÇÃO DO CRÉDITO DE ICMS ACUMULADO.
-UTILIZE PRECATÓRIOS PARA QUITAR ICMS.
-IMPORTAÇÃO BENEFICIADA POR ALAGOAS


ÁREA AGROINDUSTRIAL
-FAZENDAS COM E PARA EUCALIPTOS.
-FRIGORÍFICOS AVÍCOLA.
-FRIGORÍFICOS BOVINO.
-USINAS DE ÁLCOOL E AÇUCAR.
-USINAS DE BIODIESEL.


ÁREA COMERCIAL E SERVIÇOS
-DISTRIBUIDORAS DE COMBUSTÍVEIS
-FACULDADES
-HOSPITAIS GERAIS
-HOTEÍS E POUSADAS NO BRASIL
-REDE DE FARMÁCIAS E DROGARIAS
-REDE DE POSTOS DE COMBUSTÍVEIS
-REDE DE SUPERMERCADOS
-SHOPPING CENTER
-TRANSPORTADORA DE CARGAS
-UNIVERSIDADES.
-PORTOS PARA EMPRESAS.

ÁREA DE MINERAÇÃO
-MINERADORAS E JAZIDAS DE OURO


ÁREA IMOBILIÁRIA
-ÁREAS PARA EDIFICAÇÃO EM SP .
-ÁREAS COM EDIFICAÇÃO EM SP E REGIÃO.
-IMÓVEIS COM RENDA EM SP.


BUILD TO SUIT - CONSTRUÇÃO SOB MEDIDA.


ÁREA INDUSTRIAL
-INDÚSTRIA DE LATICÍNIOS.
-FARMACÊUTICAS.
-USINAS SIDERÚRGICAS.
-PEQUENAS CENTRAIS HIDRELÉTRICAS - PCU -UT - UH.


DESMOBILIZAÇÃO OU LEASEBACK



Estimo vosso sucesso em 2010.

Nelson Mendonça Filho.

Grupo od
participação e investimento Ltda.
e-mail : grupood@yahoo.com.br / odgrupo@gmail.com.
Skype : grupood / Msn : grupood@hotmail.com.
Blog : http://odparticipacao.blogspot.com

L U L A . . .

O que Lula deveria refletir no seu fim de semana

Seria o dia de uma consagração mundial. O presidente Lula recebendo o premio de estadista global do World Economic Forum. O primeiro governante a receber isso. Mesmo assim ele não foi. O que significa que deve ter ficado assustado com o mal estar que sentiu. Felizmente tudo controlado, ele está em São Bernardo descansando esse fim de semana.

Tempo em que ele deveria pensar no que o levou a esse pico de pressão. Noves fora o cigarro que ele voltou a fumar - e não deveria na idade dele - tem também a ansiedade com a campanha eleitoral. Ele, segundo me contou um dos seus assessores, acha que só poderá se considerar realmente vitorioso como governante se eleger o sucessor. Bobagem. Vários governantes bem avaliados não elegem o seu sucessor por vários motivos. Veja-se o caso de Michelle Bachelet: o maior índice de popularidade da América Latina - sim, maior do que o de Lula - e mesmo assim sua Concertacion acaba de perder a eleição. Ninguém acha que a derrota é dela.

Um dos acertos de Bachelet foi exatamente o de ter resistido à tentação de todo governante de usar a máquina para ungir seu sucessor. Ela foi discreta, deixou o povo chileno decidir, sem interferir. É difícil um governante popular fazer isso, mas foi o que ela fez. Deveria servir de exemplo.
Que a ansiedade com esta campanha que oficialmente nem começou está fazendo mal ao presidente se viu em Recife. O corpo avisou para ele ir com calma.

O que fica mais claro neste momento é que as instituições brasileiras não estão protegidas na pré-campanha. É agora que o jogo é injusto. Dois candidatos têm máquina: Dilma Roussef e José Serra. E nada os impede de usar o dinheiro público, os eventos públicos, o palco público, o destaque que normalmente a imprensa dá para decisões e atos governamentais para vender suas candidaturas. Serra está mais discreto, seguindo sua estratégia de só anunciar a candidatura na última hora, mas Dilma escancarou e ontem pediu voto diretamente. Pediu que a escolhessem como sucessora do Lula. Ela pode fazer isso assim tão descaradamente? O problema é que se não há oficialmente campanha, não há oficialmente regras de isonomia. Aí está a injustiça em relação aos outros candidatos. Por isso também o presidente deveria conter sua ansiedade e seu impulso de fazer campanha para a sua candidata de forma tão abusiva.

Estou convencida de que Lula será avaliado não pelo desempenho eleitoral de Dilma Roussef, mas pelo desempenho dele mesmo nesses oito anos. Se Dilma perder a eleição, o apoio que Lula tem hoje não desaparecerá; se Dilma vencer a eleição Lula não será consagrado rei do Brasil. O eleitor, a eleitora escolherão pelo candidato ou candidata que mais o convencer durante a campanha.
Esse é um ano importante do governo. O país vai crescer depois de um ano em que o Brasil teve um grande tombo. Crescia a taxas de 6% antes da crise e despencou para um pouco menos de zero. O Brasil deixou de gerar riqueza, perdeu um ano. 2010 é o de recuperar a atividade perdida e evitar excessos que podem comprometer o ritmo de crescimento. Por outro lado é a última oportunidade de fazer o que deixou de ser feito, se ainda houver tempo. A educação por exemplo é uma área de desempenho medíocre do governo Lula.

Lula agiu bem quando deixou os brilhos de Davos - onde foi ambientada a Montanha Mágica de Thomas Mann - e todos os elogios que ouviria, e todas as palmas que receberia, para ficar serenamente em casa recuperando do seu mal estar. Hora boa para refletir. Lula precisa reduzir a ansiedade e o tempo dedicado à campanha prematura da ministra Dilma, e pensar em governar. Ele foi eleito para governar todos os quatro anos desse mandato e não apenas três. Não deveria desperdiçar esses últimos e preciosos meses.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

E a bolsa ! ! !


Para o economista-chefe do Itaú, Ilan Goldfajn, e também para os analistas do Citibank, a tendência ainda é de alta, apesar da volatilidade (oscilação) do mercado. Anexei os dois relatórios aqui: Itaú- como começou o anoCiti -jan10

Afinal . . . que cidade é essa / SP

25/01. . . foi aniversário de São Paulo. Achei interessante como alguns veículos trataram a data. Há um franco esforço em mostrar o “lado positivo” da cidade. Como as conhecidas matérias sobre os imigrantes e migrantes que a habitam. Vale pensar um pouco a respeito. Mais do que pesquisas ou matérias jornalísticas, a relação com a cidade se dá no calor do cotidiano. Aliás, como em qualquer relação. Falar do amor e da gratidão por São Paulo e entupi-la de entulho – das caçambas às pontas de cigarro –, é hipocrisia. Pior do que o discurso vazio, é a falta de discurso crítico.Aceitar rios como os nossos, ou se acostumar a levar 4 horas diárias, em média, em deslocamentos, mais se assemelha a um casamento de aparências.

O B A M A . . .

O pior passou, a devastação continua.
O presidente Barack Obama ontem no Congresso americano usou a imagem de uma tempestade para descrever a situação econômica do país.
Disse que o assumiu num dos piores momentos econômicos das últimas décadas quando se tinha o risco de uma nova depressão. "O pior da tempestade já ficou para trás, mas a devastação continua".

E por devastação ele se referia aos "sete milhões de empregos perdidos nos últimos dois anos na economia americana".
Por isso disse que criação de emprego será o ponto principal do seu trabalho esse ano. Nesse momento ele foi aplaudido de pé por políticos dos dois partidos.

Obama está com baixa popularidade e enfrenta esse ano um grande teste: as eleições de meio de mandato que são decisivas. Ele vai perder parte da vantagem que tem na Câmara dos Deputados, mas a grande dúvida é se ele vai também perder a maioria. Tenho lido analistas que dizem que mesmo perdendo cadeiras importantes ele deve manter a maioria. Mas será uma maioria mais fraca. A grande chance que ele tem de avançar com suas propostas é neste primeiro semestre.
Por isso ele pediu, claro, que não deixem escapar a chance de aprovar a reforma da saúde, que está no Senado.

-Não agora, não quando estamos tão perto - apelou ele.
Pediu pela aprovação da nova lei de energia limpa. E aí vinculou crise econômica, com esforço para se adaptar a mudança climática. Disse que o investimento em energia limpa vai criar dois milhões de emprego e darão aos Estados Unidos a dianteira nessa área que o país está sendo ameaçado pela China e Alemanha.
-Eu não aceito o segundo lugar para a América - disse ele.
Aplausos bi-partidários de novo.

Arrancou aplausos também quando disse que quer um imposto sobre o lucro dos bancos, porque eles assim estariam pagando aos contribuintes que os salvaram do colapso um pouco de "bonus" já que pagam tantos bônus aos seus executivos.
Aqui na verdade é a parte fraca dele. De início, Obama não teve saída e apoiou o pacote de ajuda financeira aos bancos feito por Bush. O problema é que continuou na mesma toada, após a posse, e não conseguiu uma nova regulação prudencial que evite esses problemas no futuro, além de continuar concedendo os empréstimos sem quaisquer condicionalidades. Hoje ele diz que mandou uma proposta de reforma financeira para o Congresso e pede por sua aprovação, mas na verdade nem tudo tinha que passar pelo Congresso: condições de pagamento de empréstimo governamental pode ser decidido pelo Tesouro. E é óbvio que qualquer credor pode estabelecer que o pagamento do empréstimo tenha precedência sobre a distribuição de gordos bonus para executivos e controladores.

Foi um discurso político com uma mistura de pedidos de apoio a projetos específicos e frases clichê de sucesso garantido como:
-Nunca estive tão confiante no futuro dos Estados Unidos da América como agora.
Enfim, este vai ser um ano difícil, porque a recuperação terá idas e vindas, será fraca e o desemprego permanece em dois dígitos. Se perder as eleições de meio de mandato dificilmente conseguirá um segundo mandato. Essa é a tradição americana.
E por falar em tradição, ele falou que há 220 anos o presidente americano, obedecendo a Constituição, faz o que ele fez ontem: vai ao Congresso prestar contas do estado da União. Confesso que ouvi isso com uma vontade de que houvesse a mesma tradição no Brasil. Aqui, é o chefe da Casa Civil que leva um calhamaço e entrega no Congresso, sem pompa, sem circunstância e, principalmente, sem transparência do que é a situação do país

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Grupo od participação e investimento


Quem Somos.
O Grupo od é uma empresa de participação e investimento com conceitos inovadores que acredita no uso da tecnologia da informação como meio de atingir o seu objetivo final, realiza contatos com vários empresários em todos os Estados do país e no Exterior a mais de 27 anos.
Procuramos investidores e empresas interessadas na aquisição de empresas, áreas ou em investimentos em boas oportunidades de negócios.
Possuímos em carteira , excelentes oportunidades de negócios. São indústrias, mineradoras, comércios e empresas de serviços dos mais variados ramos; áreas de mineração, áreas para empreendimentos imobiliários.
O Grupo od assumiu como exatas e verdadeiras as informações obtidas das empresas coligadas e intervenientes.Para evitar possíveis especulações, a maioria das oportunidades de negócios requer que maiores informações sobre o negócio/empresa (laudo de avaliação, aspectos econômicos e financeiros, etc.) somente serão repassadas após assinatura de Termo de Confidencialidade e emissão da Carta de Intenção de Compra c/ a BCL.
Nossa equipe mantém princípios éticos e valores como parceria, foco no negócio, metas a serem cumpridas e a satisfação de nossos clientes como base em todos os nossos relacionamentos.

Inglaterra ,saiu da recessão . . .

Enfim, saiu da recessão... Demorou.
A Inglaterra velha de guerra, império de outros tempos, orgulhosa de sua moeda, é a última economia a dar sinal de vida depois da recessão iniciada pela crise bancária de 2008. O governo inglês divulgou hoje cedo que a economia no último trimestre do ano cresceu magros - magérrimos - 0,1% em relação ao terceiro trimestre. A conta fica melhor quando se comparada o último trimestre de 2009 com o último de 2008: um crescimento de 3,2%.
Japão, Alemanha, França já tinham voltado a crescer no segundo trimestre do ano passado. Brasil também. Os Estados Unidos colheram o primeiro resultado positivo no terceiro trimestre. A Inglaterra continuava lá sem dar sinal de vida. Agora começa a recuperação.
No final das contas, o ano passado a maioria dos países terá em suas estatísticas um número negativo. Inclusive nós. Já para este ano de 2010 serão pouquíssimos os países que não vão crescer. O temor é que dois desses candidatos a não crescer sejam os nosso vizinhos Argentina e Venezuela. Não por outro motivo, os governos dos dois países ficam criando fatóides para parecer que governam: Argentina impede por cerco policial que o presidente do Banco Central entre no órgão, Chavez continua sua implacável perseguição à imprensa.
Mas agora até a vetusta Inglaterra já se levanta. Não há motivo para não crescer. Só mesmo a incompetência da gestão. O Brasil se prepara para um ano de bom crescimento. A previsão dos economistas é que a economia inglesa permanecerá fraca, mas no terreno positivo, no qual não esteve por seis trimestres