segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Grupo Troca

Grupo Troca atua em transporte e logística no Sul e Sudeste do País

Paskulin destaca que os prazos são extremamente rígidos
Paskulin destaca que os prazos são extremamente rígidos
O Grupo Troca, especializado em transporte e logística de cargas secas e fracionadas para regiões Sul e Sudeste do Brasil, prevê crescimento de 20% em suas atividades em 2011, centrada no fortalecimento de sua rede de atendimento. Atualmente, com uma frota composta por 82 veículos (vans, caminhões leves, trucks e carretas) e com certificação ISO 9001:2008 da gestão de qualidade em todas as suas unidades, o grupo é composto pelas empresas Troca Transportes, Transportes LHD e Troca Logística.

Com atuação em diversos nichos de mercado, o grupo gaúcho detém expertise principalmente em setores como o calçadista. O diretor comercial Flavio Alberto Paskulin explica que o principal serviço compreende o transporte rodoviário de cargas e encomendas expressas, da Grande São Paulo para a Grande Porto Alegre e vice-versa.

Paskulin lembra que o transporte e a logística para o setor calçadista, por exemplo, é fundamental, dependendo de atendimento diferenciado para feiras e eventos. “Com base nesta necessidade, o grupo desenvolveu um sistema de entrega e coleta com prazos extremamente rígidos e armazenagem de embalagens durante o período dos eventos, para salvar o espaço físico dos estandes dos clientes da empresa”, informa. Paskulin enfatiza que o grupo procura soluções inovadoras, viabilizando a redução do custo logístico final para seus clientes.

“A matriz do Grupo Troca está localizada em Porto Alegre, contando com filiais nos municípios de Canela, Novo Hamburgo, Três Coroas e São Paulo. Em 2011 há previsão de inauguração de novas filiais. Em São Paulo as restrições para circulação de veículos de transporte são grandes, dificultando as operações. Para vencer este desafio, a empresa possui estruturas independentes de coleta e entrega, garantindo maior eficácia no cumprimento dos prazos, principalmente de entregas na capital e região metropolitana. “O Cross Docking é realizado durante a madrugada, possibilitando antecipar o carregamento dos veículos de distribuição com consequente ganho de um dia na entrega.”

A empresa oferece também modalidades de transporte ultrarrápido, no qual, em situações emergenciais, encomendas expressas provenientes de São Paulo poderão ser entregues ou retiradas do terminal de Porto Alegre em menos de 24 horas a partir de sua saída. Lembra que o grupo conta com sistema próprio de localização da frota, permitindo que os clientes acompanhem a carga da origem ao destino, através do site.

Ele informa que o cliente também pode ter a confirmação de entrega automática, ou seja, em tempo real. ‘‘Disponibilizamos aos clientes via e-mail diversas informações, exemplo: confirmações de saídas e chegadas de mercadorias, relatórios de performance etc.’’

O Grupo Troca disponibiliza uma frota com diversas capacidades. Veículos com plataforma hidráulica para coleta e entrega de cargas sensíveis. Caminhões dotados com guindaste hidráulico tipo munk, além de caminhões de transferência (carretas) com idade média de quatro anos. Destaca igualmente o rigoroso sistema de manutenção; além de contarem com sistema rastreamento via satélite. A previsão para 2011 é de um crescimento de 15% da frota.

O grupo tem em suas bases, pavilhões com docas para carga e descarga, plataforma, sistemas de vigilância, tecnologia da informação implementada e rigorosos padrões de higiene e segurança. Conta igualmente com modernos sistemas de gerenciamento de risco. O intercâmbio eletrônico de dados (EDI), apoiado em um link digital de alta velocidade, reduz o tempo de processamento da documentação e confere maior exatidão e segurança ao processo burocrático.

O diretor explica que o grupo surgiu a partir da empresa Troca Transportes, através do espírito empreendedor de seu fundador Delmar Albarello. Em 1995, Albarello, começou a atuar no segmento de transporte rodoviário de encomendas expressas, dando início a Troca Transportes, tendo como slogan que “transporte não é tudo igual”. Em 2009, a Troca Transportes entra em uma nova fase de crescimento, com a adição da Transportes LHD, passando a fazer parte do Grupo Troca.

Informações adicionais: Em Porto Alegre, a empresa está localizada na avenida João Elustondo Filho, 460, no Bairro Sarandi. Tel.: (51) 3275.5300 Site: www.grupotroca.com.br

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

FECHAM -SE AS CORTINAS


Fecham-se as cortinas e termina o espetáculo.Durante anos e anos foi com esse bordão que o inesquecível locutor esportivo Fiori Gigliotti encerrava as transmissões esportivas na Rádio Bandeirantes. Era senhor de uma audiência imensa em todo o Brasil e era imitado por profissionais e amadores. Toda a torcida brasileira usava suas frases nas conversas do dia a dia. Desta vez foi no fechar das cortinas do ano legislativo que os parlamentares resolveram aumentar em causa própria os seus salários, e de quebra do presidente, vice e ministros. Foi um saco de bondades com o dinheiro público no momento que o medidor de arrecadação, o Impostômetro, atingiu a insigne marca de um trilhão e setecentos bilhões de reais arrecadados. Descontada a inflação, se arrecadou mais em 2010 do que no ano interior. Há ou não uma ligação direta entre a carga tributária e o distribuir desse dinheiro entre os apaziguados do poder?

O momento de votar foi meticulosamente planejado para ter o menor impacto possível entre os pagadores de impostos. Alias, os parlamentares não pagam imposto de renda sobre todos os penduricalhos que recebem, o que soma aproximadamente R$90,000,00 reais mensais. Só pagam sobre o “salário”, tudo o mais é considerado ajuda de custo, ou sei lá o nome eu dão. Os deputados que se arriscaram a levar a frente um projeto tão impopular ou não se reelegeram, ou então pertencem a bancadas ´de lobistas que não dependem da cobrança do eleitor. Deixam sempre para a prorrogação do segundo tempo, quando o árbitro consulta o seu cronômetro e um pouco antes do apito final, apresentam, distutem, distribuem para as comissões, votam e aprovam com uma velocidade eletrizante. É verdade que não é a mesma velocidade com que examinham um projeto que regulamenta o transplante de órgãos no Brasil, que já morga uns oito ou nove anos nas gavetas de suas excelências.Afinal cada projeto tem o seu peso específico e nada mais é tão importante do que aparelhar os ganhos dos parlamentares. Assuntos secundários podem esperar o sine die. No encerrar da partida, que vem seguida de um recesso de dois meses, é mais propícia a aprovação porque assim os pagadores de impostos esquecem durante as férias das excelências. Vem o Natal, com o espírito conciliador do Papai Noel, depois o Ano Novo, dia da confraternização mundial, depois o carnaval, depois….

Nunca é demais lembrar que os parlamentares recebem décimo terceiro, quarto e quinto salários, não pagam plano de saúde, que inclui odontologia, e outras mordomias. Viajam para o exterior em missões importantíssimas quando representam o parlamento brasileiro em questões cruciais para a manutenção da paz mundial, ou da reversão do aquecimento global. Obviamente ninguém viaja em classe econômica nem fica em espeluncas indignas de tão importantes protagonistas das mudanças contemporâneas. Em 2011 tudo volta ao normal, os pagadores de impostos se acalmam, resignam-se que não há outra saída, que esse é o preço da democracia e se recusam a acreditar nos detratores que insistem em mostrar que os parlamentares de Ibirapitanga são mais caros que seus colegas de Westminster ou do Capitólio. Pura dor de cotovelo de pretendentes frustrados que morrem de invejam e por isso difundem detalhes que não tem nenhuma relevância para a cidadania e o interesse público. Afinal a democracia brasileira é representativa e é preciso pagar bem deputados e senadores para que não se deixem corromper com ofertas feitas por lobistas de todos os matizes. Pagar bem o funcionário público é uma garantia que ele não vai pegar nenhuma propina nem apresentar e aprovar uma emenda que distribui um milhãozinho para uma entidade pública fantasma. Para não se comprometer aprova a emenda do colega e este aprova a emenda dele. É a aprovação cruzada, que escapa dos olhos do contribuinte e da fiscalização da imprensa. Torcida brasileira, fecham-se as cortinas e termina o espetáculo.

FECHAM -SE AS CORTINAS

Fecham-se as cortinas e termina o espetáculo.Durante anos e anos foi com esse bordão que o inesquecível locutor esportivo Fiori Gigliotti encerrava as transmissões esportivas na Rádio Bandeirantes. Era senhor de uma audiência imensa em todo o Brasil e era imitado por profissionais e amadores. Toda a torcida brasileira usava suas frases nas conversas do dia a dia. Desta vez foi no fechar das cortinas do ano legislativo que os parlamentares resolveram aumentar em causa própria os seus salários, e de quebra do presidente, vice e ministros. Foi um saco de bondades com o dinheiro público no momento que o medidor de arrecadação, o Impostômetro, atingiu a insigne marca de um trilhão e setecentos bilhões de reais arrecadados. Descontada a inflação, se arrecadou mais em 2010 do que no ano interior. Há ou não uma ligação direta entre a carga tributária e o distribuir desse dinheiro entre os apaziguados do poder?

O momento de votar foi meticulosamente planejado para ter o menor impacto possível entre os pagadores de impostos. Alias, os parlamentares não pagam imposto de renda sobre todos os penduricalhos que recebem, o que soma aproximadamente R$90,000,00 reais mensais. Só pagam sobre o “salário”, tudo o mais é considerado ajuda de custo, ou sei lá o nome eu dão. Os deputados que se arriscaram a levar a frente um projeto tão impopular ou não se reelegeram, ou então pertencem a bancadas ´de lobistas que não dependem da cobrança do eleitor. Deixam sempre para a prorrogação do segundo tempo, quando o árbitro consulta o seu cronômetro e um pouco antes do apito final, apresentam, distutem, distribuem para as comissões, votam e aprovam com uma velocidade eletrizante. É verdade que não é a mesma velocidade com que examinham um projeto que regulamenta o transplante de órgãos no Brasil, que já morga uns oito ou nove anos nas gavetas de suas excelências.Afinal cada projeto tem o seu peso específico e nada mais é tão importante do que aparelhar os ganhos dos parlamentares. Assuntos secundários podem esperar o sine die. No encerrar da partida, que vem seguida de um recesso de dois meses, é mais propícia a aprovação porque assim os pagadores de impostos esquecem durante as férias das excelências. Vem o Natal, com o espírito conciliador do Papai Noel, depois o Ano Novo, dia da confraternização mundial, depois o carnaval, depois….

Nunca é demais lembrar que os parlamentares recebem décimo terceiro, quarto e quinto salários, não pagam plano de saúde, que inclui odontologia, e outras mordomias. Viajam para o exterior em missões importantíssimas quando representam o parlamento brasileiro em questões cruciais para a manutenção da paz mundial, ou da reversão do aquecimento global. Obviamente ninguém viaja em classe econômica nem fica em espeluncas indignas de tão importantes protagonistas das mudanças contemporâneas. Em 2011 tudo volta ao normal, os pagadores de impostos se acalmam, resignam-se que não há outra saída, que esse é o preço da democracia e se recusam a acreditar nos detratores que insistem em mostrar que os parlamentares de Ibirapitanga são mais caros que seus colegas de Westminster ou do Capitólio. Pura dor de cotovelo de pretendentes frustrados que morrem de invejam e por isso difundem detalhes que não tem nenhuma relevância para a cidadania e o interesse público. Afinal a democracia brasileira é representativa e é preciso pagar bem deputados e senadores para que não se deixem corromper com ofertas feitas por lobistas de todos os matizes. Pagar bem o funcionário público é uma garantia que ele não vai pegar nenhuma propina nem apresentar e aprovar uma emenda que distribui um milhãozinho para uma entidade pública fantasma. Para não se comprometer aprova a emenda do colega e este aprova a emenda dele. É a aprovação cruzada, que escapa dos olhos do contribuinte e da fiscalização da imprensa. Torcida brasileira, fecham-se as cortinas e termina o espetáculo.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Novo modelo de pedágio

A chegada de novos governantes nos palácios do Planalto e Piratini ensejou também o anúncio da adoção de um novo modelo de pedágio de estradas. A diferença do atual, segundo projeto em gestação no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), é que as concessionárias passariam a responder apenas por serviços de reparo e manutenção das estradas. Eventuais obras de maior porte, como a construção de viadutos e duplicações de pistas, continuariam a cargo do poder público. A redução de responsabilidades projetaria como consequência uma redução nos custos das empresas e tarifas dos usuários.

Poucas concessões

O programa nacional de concessões de estradas começou há 15 anos, mas a malha federal sob concessão não cresceu muito. É de apenas 4.763 quilômetros. Já as concessões estaduais alcançam 14.853 quilômetros, dos quais São Paulo tem sozinho 5 mil. Até o ano passado, eram 51 contratos de concessão no total, 14 federais e 27 estaduais.

Um novo hotel

Após a recente inauguração do luxuoso hotel Saint Andrews de Gramado, a rede GJP marcou para a véspera de Natal a abertura do Viverone Bento, de Bento Gonçalves, com 12 apartamentos em 14 andares, dois subsolos para garagem, estrutura para convenções e restaurante para 100 pessoas. O GJP, de Guilherme Paulus, está investindo pesado em hotéis e na Webjet, depois de vender o controle da CVC. A próxima abertura será do Viverone Moinhos de Porto Alegre.

A gestão anual

A nova legislatura da Assembleia Legislativa gaúcha nasce mais uma vez sob o signo da gestão anual, que obrigará o próximo presidente a renunciar no início de 2012, já que a constituição estadual e o regimento interno determinam gestão de dois anos. A manutenção do procedimento embute ainda alguma dúvida sobre a mudança definitiva, segundo o deputado Adão Villaverde.

Mestrado em direito

A Uniritter vai ter mestrado em Direito, concentrado na área de Direitos Humanos, cujas atividades letivas deverão começar em abril de 2011 com aulas no turno da manhã. Ele se destinará a estudantes com graduação em Direito ou outra área para a qual a pesquisa em Direitos Humanos se mostre relevante.

100 dias que valem 100 anos

A rede de academias Companhia Athletica oferece um produto diferenciado para presentear: é o 100/100 ou 100 dias que valem por 100 anos. Ele propõe a mudança de hábitos em 100 dias e premia o comparecimento do aluno com doações para um projeto social que combate a obesidade infantil, apoiado pelo Instituto Cia Athletica. O presenteado recebe uma caixa com plano de 100 dias de academia, vouchers para programa de resultados, acompanhamento nutricional e avaliação física, cheque doação, squeeze, diário para anotar as refeições e textos explicativos. “É a mudança do estilo de vida em forma de presente”, explica o diretor Marcos Nisti
.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Temperamento: cada um tem o seu!


A medicina antroposófica, assim como a medicina ayurvédica e outras medicinas alternativas, olham o ser humano como um ser único, integral e composto pelos quatro elementos: terra, água, ar e fogo. Os antroposóficos chamam isso de a teoria dos quatro temperamentos, classificando as pessoas pelos seus temperamentos e assim auxiliando-as a encontrar uma melhor qualidade de vida através de mudanças de hábitos, comportamentos, alimentação e uso de medicamentos naturais, como ervas e óleos.

O Caminhos Alternativos deste sábado foi entender justamente quais são estes quatro temperamentos. Recebemos no estúdio o médico antroposófico, Samir Wady Rahme.

Para ouvir o programa completo, inclusive a entrevista com José Padilha, CLIQUE AQUI.

Existem quatro grupos de temperamentos: melancólicos (Terra), fleumáticos (Água), sanguíneos (Ar) e coléricos (Fogo) e, apesar de todos apresentarem um pouco desses 4 tipos, em cada indivíduo prevalece um temperamento diferente. É esse ‘tempero’ que influencia as formas de como o indivíduo reage perante os outros e o mundo. O tipo de temperamento interfere em tudo o que o indivíduo faz, desde seus hábitos, do sono, até sua alimentação.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Fracasso anunciado

O cidadão Francisco Everardo Oliveira Silva, conhecido como o palhaço Tiririca, foi eleito deputado federal por São Paulo, com 1,3 milhão de votos, o candidato mais bem votado do Brasil. Com o bordão “pior que tá não fica”, sua campanha foi marcada por muita controvérsia entre os políticos e grande popularidade junto aos eleitores. Depois disso, viveu momentos de incerteza. Ele foi processado pelo Ministério Público paulista por falsidade ideológica, teve ameaçada a sua eleição. Para garantir a diplomação, Tiririca teve que provar perante a justiça que não era analfabeto e que, portanto, a sua candidatura era legítima. Tudo isso passou. Ele que se elegeu ridicularizando a função do deputado, parece agora querer saber como se portar na condição de representante do povo de São Paulo, na Câmara dos Deputados.

Pois, agora, a vida de Tiririca pode ser contada em filme. Ontem, em São Paulo, o produtor Luiz Carlos Barreto, manteve uma primeira reunião com o diretor de cinema André Klotzel, de “A Marvada Carne” e “Reflexões de um Liquidificador” para a montagem de um projeto visando retratar as agruras da vida de mais um retirante nordestino que, pelo voto popular se transforma em político. Luiz Carlos Barreto já levou para as telas “O quatrilho”, história filmada na Serra gaúcha, produziu também “Lula, o filho do Brasil”.

A idéia básica do filme sobre o palhaço Tiririca vai mostrar todos os ângulos de sua vida: do sertão cearense até a sua chegada ao Congresso Nacional. Tiririca já disse que não sabe o que os parlamentares fazem. Klotzel quer participar da investigação e relatar as descobertas num documentário e num longa metragem. “O Klotzel teve uma ideia brilhante e eu quero me associar a ela”, diz o produtor Luiz Carlos Barreto, que quer mostrar “esse fenômeno fantástico de superação e investigar esse cearense que veio das profundidades do sertão”. Barreto acha que, além de filme, a vida de Tiririca pode virar uma minissérie.

Críticos de São Paulo ironizam a tentativa de contar a vida de Tiririca em filme. Eles acham que o filme sobre Tiririca pode se transformar em monumental fracasso, como, aliás “Lula, o filho do Brasil”. Até sugerem o nome da película: “Tiririca, o neto do Brasil”.

Bíblia do desenvolvimento

Foi apresentado ontem o relatório final dos trabalhos realizados pelo Fórum Democrático de Desenvolvimento Regional ao longo de 2010, em evento realizado na Sala da Presidência da Assembleia Legislativa. No documento constam as principais conclusões dos quatro Grupos Executivos de Acompanhamento de Debates (Geads): Ações Cooperadas e Desenvolvimento, Participação e Controle Social, Potencialidade Econômica do Tradicionalismo Gaúcho e Ações Ambientais. O presidente do Parlamento, Giovani Cherini (PDT), disse que o documento representa uma “bíblia para o Rio Grande do Sul crescer mais e melhor”.

Fracasso anunciado

O cidadão Francisco Everardo Oliveira Silva, conhecido como o palhaço Tiririca, foi eleito deputado federal por São Paulo, com 1,3 milhão de votos, o candidato mais bem votado do Brasil. Com o bordão “pior que tá não fica”, sua campanha foi marcada por muita controvérsia entre os políticos e grande popularidade junto aos eleitores. Depois disso, viveu momentos de incerteza. Ele foi processado pelo Ministério Público paulista por falsidade ideológica, teve ameaçada a sua eleição. Para garantir a diplomação, Tiririca teve que provar perante a justiça que não era analfabeto e que, portanto, a sua candidatura era legítima. Tudo isso passou. Ele que se elegeu ridicularizando a função do deputado, parece agora querer saber como se portar na condição de representante do povo de São Paulo, na Câmara dos Deputados.

Pois, agora, a vida de Tiririca pode ser contada em filme. Ontem, em São Paulo, o produtor Luiz Carlos Barreto, manteve uma primeira reunião com o diretor de cinema André Klotzel, de “A Marvada Carne” e “Reflexões de um Liquidificador” para a montagem de um projeto visando retratar as agruras da vida de mais um retirante nordestino que, pelo voto popular se transforma em político. Luiz Carlos Barreto já levou para as telas “O quatrilho”, história filmada na Serra gaúcha, produziu também “Lula, o filho do Brasil”.

A idéia básica do filme sobre o palhaço Tiririca vai mostrar todos os ângulos de sua vida: do sertão cearense até a sua chegada ao Congresso Nacional. Tiririca já disse que não sabe o que os parlamentares fazem. Klotzel quer participar da investigação e relatar as descobertas num documentário e num longa metragem. “O Klotzel teve uma ideia brilhante e eu quero me associar a ela”, diz o produtor Luiz Carlos Barreto, que quer mostrar “esse fenômeno fantástico de superação e investigar esse cearense que veio das profundidades do sertão”. Barreto acha que, além de filme, a vida de Tiririca pode virar uma minissérie.

Críticos de São Paulo ironizam a tentativa de contar a vida de Tiririca em filme. Eles acham que o filme sobre Tiririca pode se transformar em monumental fracasso, como, aliás “Lula, o filho do Brasil”. Até sugerem o nome da película: “Tiririca, o neto do Brasil”.

Bíblia do desenvolvimento

Foi apresentado ontem o relatório final dos trabalhos realizados pelo Fórum Democrático de Desenvolvimento Regional ao longo de 2010, em evento realizado na Sala da Presidência da Assembleia Legislativa. No documento constam as principais conclusões dos quatro Grupos Executivos de Acompanhamento de Debates (Geads): Ações Cooperadas e Desenvolvimento, Participação e Controle Social, Potencialidade Econômica do Tradicionalismo Gaúcho e Ações Ambientais. O presidente do Parlamento, Giovani Cherini (PDT), disse que o documento representa uma “bíblia para o Rio Grande do Sul crescer mais e melhor”.